quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Alimentos para a Beleza e Saúde de sua Pele!



Alimentos para a Beleza e Saúde de sua Pele!


A pele é um indicador visível de saúde e bem-estar. 






Dietas pobres, falta de nutrientes ou líquido, alergias ou inflamações podem se transformar em manchas, eczemas, falta de brilho ou envelhecimento precoce
Antes de recorrer aos cremes e tratamentos dermatológicos para melhorar a aparência da pele, pode ser bom dar uma passada na feira. Uma alimentação equilibrada, rica em citrinos, antioxidantes, fibras, vitaminas e sais minerais é fundamental para a saúde das células e tecidos. Eles são os principais responsáveis pela maciez e o brilho natural da pele. Ao modificar a alimentação, os resultados aparecem rapidamente.
Alimentos para a Beleza e Saúde de sua Pele!

Dicas para Melhorar a Dieta

  • Coma comida de verdade. Faça você mesma a sua comida. Só o fato de comprar os ingredientes e fazer em casa a própria comida, já é muita vantagem. Dessa maneira você evita alimentos processados que contém muita gordura hidrogenada, sal e açúcar (além de aromatizantes, acidulantes e conservantes).
  • Evite açúcar e carboidratos refinados em excesso. Esses alimentos causam uma produção exagerada de insulina, causando acne e oleosidade na pele.
  • Beba água. Beber água na quantidade adequada limpa a pele e auxilia o corpo a se livrar das toxinas. Também ajuda a manter a pele macia e hidratada.
  • Óleos ricos em Ômega. São ótimos para pele. Mantenha a pele bonita e saudável incluindo gorduras saudáveis na dieta. Essas gorduras (principalmente o ômega 3) também possuem efeito anti-inflamatório, importante para uma pele limpa.
  • Coma orgânicos. Com menos resíduos e pesticidas, os alimentos orgânicos são mais saudáveis, pois contém maior quantidade de vitaminas, minerais e antioxidantes.
  • Suplementação de vitaminas e minerais. Nem sempre conseguimos todos esses nutrientes em quantidades adequadas só com alimentação. Inclua mais vitamina A,B, C D e E, minerais como selênio, silício e principalmente o zinco, que é essencial para uma pele saudável.
Alimentos para a Beleza e Saúde de sua Pele!Alimentos Importantes para 





a Pele
Complemente uma dieta balanceada com esses superalimentos ricos em vitaminas, minerais e antioxidantes. Conheça alguns dos melhores alimentos para ter uma pele bonita e saudável.

Abacate

O abacate é rico em ácidos graxos que ajudam a conservar a umidade na camada epidérmica, mantendo-a suave. Também é fonte de ácido oleico, relacionado à regeneração de células danificadas e a redução da inflamação, vermelhidão facial e irritação.

Castanha de Caju

Contém altos níveis de proteínas para reparação e é uma boa fonte de minerais como ferro e zinco, que ajudam a curar a pele.

Goji Berry

A goji ajuda a regenerar a pele pois é rica em antioxidantes e contém vitaminas A, C e E. Incluir a goji na alimentação pode nutrir a pele de dentro para fora e protegê-la da inflamação.

Amêndoa

É rica em vitamina E, nutriente antioxidante que melhora a condição e a aparência da pele. Inclua as amêndoas todos os dias, ou opte pelo leite vegetal de amêndoas.

Castanha do Pará

Assim como outras castanhas, a castanha do pará é boa fonte de zinco e também contém selênio, que fortalece a imunidade e ajuda a curar feridas e a pele em geral.

Linhaça

A linhaça contém os ácidos graxos anti-inflamatórios necessários para manter a pele saudável e limpa. O óleo é particularmente útil para reduzir problemas cutâneos que envolvem inflamação como eczemas e acne.

Maçã

A maçã fresca e orgânica contém vitaminas A e C, boas para curar a pele e aumentar o colágeno. O composto pectina ajuda a balancear o açúcar no sangue e incentiva a eliminação de toxinas, mantendo a pele limpa.

Morango

O morango contém ácido elágico, um antioxidante poderoso que previne a destruição do colágeno ao inibir a ação de uma determinada enzima. A falta de colágeno é uma das maiores causas do surgimento das rugas e da flacidez da pele. Contém vitamina C e é capaz de reduzir a oleosidade, nutrir e revitalizar a pele.https://belezaesaude.com

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Alimentos para Diabéticos (e para prevenir o Diabetes)

O diabetes (tipo 2) é uma doença que está estritamente relacionada com os hábitos alimentares. Se os diabéticos, é muito importante ter uma dieta equilibrada, rica em fibras e ficar sempre atento à quantidade de carboidratos dos alimentos, para que não ultrapassem a recomendação diária. A dieta deve ser variada e balanceada.
Os alimentos para diabéticos devem possuir baixo índice glicêmico, que é o indicador da velocidade com que a glicose entra no organismo. Alimentos com índices glicêmicos altos elevam a glicose no sangue rapidamente e por sua vez levam a picos de insulina, justamente o hormônio causador dos problemas em diabéticos. Sem conseguir absorver a glicose corretamente, ela fica na corrente sanguínea e pode levar a complicações como a oxidação dos vasos.
A dieta para os diabéticos é um instrumento terapêutico fundamental para evitar complicações com essa doença. E dieta quer dizer: o que se come, quanto se come e como se come.
A chamada dieta mediterrânea ainda é considerada a mais adequada em caso de diabetes pois privilegia alimentos com ação anti-inflamatória que ajudam na capacidade de regeneração das artérias, mantendo-as jovens e saudáveis.

Alguns Alimentos Indicados para Diabéticos

Alimentos para Diabéticos (e para prevenir o Diabetes)

Abacate

O abacate é um ótimo alimento para os portadores de diabetes. Isto porque ele é rico em gorduras monoinsaturadas e também possui poli-insaturadas, ambas gorduras boas para a saúde. O abacate, assim como as outras gorduras monoinsaturadas como azeite, nozes e castanhas, auxilia na resistência à insulina e na prevenção de doenças cardiovasculares.

Aveia

A aveia contém uma elevada percentagem de fibras, vitaminas do complexo B (especialmente B1), vitamina E e antioxidantes. A grande quantidade de fibra resulta em uma mais lenta absorção da glicose, e a combinação de antioxidantes faz da aveia um alimento recomendado para estabilizar o açúcar no sangue.

Gorduras Saudáveis

Gorduras são importantes fontes de energia para o organismo e também atuam na síntese de hormônios. Mas é preciso escolher versões saudáveis, que são fontes de ômega 3 e de outros ácidos graxos. Boas escolhas são alimentos como abacate, nozes, amêndoas, castanhas, óleo de coco e azeite de oliva.

Azeite de Oliva

O azeite de oliva praticamente não possui carboidratos, portanto não altera os níveis de açúcar no sangue. Além disso, a absorção de alimentos consumidos junto com o óleo fica mais lenta. O azeite é rico em Omega 3 e Omega 9, que ajudam a manter a flexibilidade dos vasos sanguíneos, permitindo um bom fluxo de sangue.

Canela

A canela aumenta a sensibilidade à insulina e é importante no combate ao colesterol ruim (LDL). As células convertem açúcares em energia de maneira mais eficiente e controlam a quantidade de açúcar no sangue. Diabéticos que receberam extrato de canela por dia durante 40 dias apresentaram níveis mais baixos de açúcar no sangue após se alimentar, bem como melhorias substanciais na saúde do coração.

Chá Verde

O chá verde contém antioxidantes, que ajudam a manter a flexibilidade dos vasos sanguíneos e estabilizar os níveis de glicose no sangue. Um estudo recente da Universidade da Pensilvânia descobriu que este elemento reduz os níveis de açúcar no sangue e impede a subida acentuada depois de uma refeição cujo conteúdo principal foram carboidratos.

Folhas Verdes

As folhas verdes; como alface, rúcula, couve, espinafre, almeirão e salsinha; contêm carboidratos que liberam hormônios no intestino que fazem reduzir o apetite. Essas folhas melhoram a sensibilidade à insulina e, assim, ajudam a regular os níveis de glicose no sangue.

Vinagre de Maçã

O vinagre de maçã reduz o poder de resistência à insulina do corpo. Ele também diminui os níveis de açúcar no sangue (especialmente se tomado antes de ir dormir). Ele melhora a sensibilidade à insulina de 19% a 34% em pessoas que sofrem de diabetes e condições de pré-diabetes, respectivamente. Ele também retarda o processo de conversão de carboidratos em glicose absorvendo os bicarbonatos no sistema digestivo.

Chocolate Amargo (70% cacau ou mais)

O chocolate amargo pode aumentar a sensibilidade das células à insulina e reduzir o risco de diabetes. O chocolate amargo, especialmente aquele que não passou por vários processos de industrialização, contém substâncias benéficas à saúde, denominadas flavonoides e, diferente do chocolate ao leite, contém baixas quantidades de gordura saturada. Entretanto, o cacau em pó possui maior concentração de flavonoides.

Em tempo, esses alimentos são recomendados não somente para diabéticos, mas também para pessoas em processo de pré-diabetes ou qualquer um preocupado com a saúde e com a prevenção do diabetes.https://belezaesaude.com

Como o professor pode ajudar os alunos que se automutilam?

Não é fácil. De repente você observa que um(a) aluno(a) tem se automutilado. Vê seus braços e os cortes. O que fazer? Neste artigo vamos tentar ajudar você, educador(a) como agir nessas situações.
Números da Fundação de Saúde Mental ( mentalhealth.org.uk ) sugerem que 10% dos jovens são autoflagelados. Isso é dois em cada sala de aula.
O desejo pode começar em qualquer idade, mas a maioria das pessoas que se automutila tem entre 11 e 25 anos, e é mais provável que elas comecem quando conhecerem alguém que tenha feito isso, como um amigo, um colega de escola, ou um membro da família.

Então, por que os jovens se machucam e o que as escolas estão fazendo para lidar com essa crise?

De acordo com a Innovating Minds ( innovatingmindscic.com ), uma organização sem fins lucrativos especializada em apoiar escolas e provedores de treinamento que lidam com problemas de saúde mental, cortes e queimaduras de cigarro podem ser um mecanismo de enfrentamento, onde o jovem está exercendo controle físico sobre o corpo.
Pode ser:
  • uma distração física da dor emocional
  • um método de combater a dormência
  • uma liberação de tensão acumulada
  • uma reação a sentimentos de baixa auto-estima
  • uma maneira de sinalizar sofrimento emocional para os outros
  • comportamento aprendido de colegas / família

Como ajudar seus alunos?

A primeira coisa que o educador deve fazer é não julgar. Nada de falar que o adolescente não tem Deus ou que não deve fazer isso, que isso não adianta ou coisas desse tipo. Por isso é importante a informação que você lerá mais abaixo sobre a automutilação, para entender que o seu aluno está realmente com um problema que pode ser emocional, psicológico, ou psiquiátrico.
O melhor a fazer é perguntar para o aluno, em conversa privada, de forma carinhosa e atenciosamente, desde quando ele começou a fazer isso e se os pais deles sabem. Essa será a deixa para que o aluno comece a conversar com você. Pergunte o que está acontecendo e de que forma você pode ajudá-lo. Prepare-se psicologicamente para ouvir histórias de acontecimentos difíceis ou traumáticos da vida dele. Eu já ouvi relatos horríveis de coisas que acontecem nas casas de meus alunos. Depois de ouvi-lo, diga que ele precisa de ajuda profissional, que você se preocupa com ele e que quer ajudá-lo. Então diga que você precisará comunicar aos pais sobre o que está acontecendo.
Talvez ele diga que ele mesmo vai contar aos pais. Dê o tempo de um dia para ele. Caso isso não aconteça, solicite a coordenação de sua escola que os pais sejam chamados para que você possa falar sobre o que está acontecendo.
Lembre-se que, além de ajudar, você ainda pode estar impedindo que coisas mais graves aconteçam, como o suicídio.

Para saber do que se se trata a Autolesão

A automutilação é uma autolesão, ou seja, uma lesão (machucado) que a própria faz a si mesmo. Autolesões são todos os comportamentos que envolvem causar danos a si mesmo quando isso não é por prazer ou com a intenção de acabar com a vida.
Por exemplo: cortes (85%), queimaduras (30%), golpes (32%), perfurações, arranhões, beliscões, puxões de cabelo (7%), intoxicação, entre outros. A automutilação pode ter muitas funções e causas.

Definição de Automutilação

Automutilação ou auto-agressão é qualquer dano causado por uma pessoa em seu próprio corpo sem a intenção de cometer suicídio. A automutilação é um ato compulsivo que pode ser realizado para libertar-se da dor emocional, raiva ou ansiedade, para se rebelar contra a autoridade, para brincar com comportamentos de risco ou para se sentir no controle. Em alguns casos, o comportamento não está relacionado ao controle emocional, mas a um distúrbio neurológico ou metabólico.
Muitas pessoas se machucam porque lhes dá uma sensação de alívio. Algumas pessoas se cortam como forma de lidar com um problema. Alguns adolescentes dizem que, quando se autoflagelam, estão tentando impedir sentimentos de solidão, raiva ou desesperança.
Este comportamento não é aceito socialmente, nem é parte de uma tradição religiosa ou forma de arte.
A automutilação pode aparecer por si só, mas é certo que é uma representação simples de um problema mais complexo. Estima-se que 50% das lesões autoprovocadas estejam associadas a um transtorno mental. A automutilação é um sintoma, não um distúrbio. Todas as lesões autoprovocadas devem ser consideradas e não ignoradas, pelo menos até que algum perigo seja descartado ou isso faça parte do tratamento.
Cerca de 10% das internações hospitalares são devidas a lesões autoprovocadas. As lesões por auto-lesão são muito mais frequentes do que pensamos (ocorrem em 4% da população geral), especialmente durante a adolescência (elas atingem 14-15%). Além disso, os números aumentam muito se levarmos em conta que, se formos para a população psiquiátrica, as taxas são ainda maiores.
As mulheres se machucam mais com cortes, homens com queimaduras.
Existem muitos transtornos nos quais a autolesão aparece. A mais comum e a única em que um dos critérios diagnósticos é considerado sofrimento autolesivo é o transtorno de personalidade limítrofe. Nesse distúrbio, as autolesões aparecem em 70% dos pacientes e entre 8 e 10% consomem suicídio.
Auto-lesões também são freqüentes em atrasos mentais graves, mas eles são realmente um caso diferente, então não vamos entrar nesse mérito.
No transtorno de personalidade histriônica, pode aparecer a automutilação, embora seja mais provável que isso esteja associado a um alerta.
É claro que, na depressão (ou transtorno bipolar), sentimentos de desconforto podem acabar levando a pessoa a se auto-agredir.
A automutilação pode ocorrer em momentos ou episódios de despersonalização em que a pessoa não tenha consciência do que está fazendo. Também às vezes em episódios psicóticos vozes podem induzir a auto-mutilação.
A automutilação também está associada a transtornos alimentares e transtornos por uso de substâncias.
A automutilação também pode aparecer no transtorno de estresse pós-traumático.
Outros nomes: automutilação, autoflagelação, autopunição, comportamento autodestrutivo, 

Causas da Automutilação

A automutilação é um grave distúrbio de controle de impulsos que é frequentemente associado a outros transtornos psiquiátricos, por exemplo:
  • Transtorno de personalidade borderline (mais comum)
  • Depressão
  • Abuso de substâncias (alcoolismo ou uso de drogas)
  • Transtornos alimentares (anorexia ou bulimia)
  • Psicose
  • Transtornos de personalidade anti-social
  • Transtorno de estresse pós-traumático
A automutilação é freqüentemente associada a distúrbios psiquiátricos que podem ser causados ​​por desequilíbrios químicos no cérebro. Também pode estar relacionado a distúrbios neurológicos ou metabólicos, como:
  • Siringomielia (distúrbio que causa a formação de cistos na coluna)
  • Síndrome de Tourette (desordem neurológica)
  • Autismo (distúrbio que causa problemas sociais, comportamentais e de fala)
  • Síndrome de Lesch-Nyhan (distúrbio genético)

Fatores de risco da Automutilação

Esses fatores de risco aumentam a probabilidade de desenvolver essa condição. Informe o seu médico se tiver algum dos seguintes fatores de risco:
  • Abuso sexual, físico ou emocional durante a infância
  • Violência ou outro abuso de membros da família em casa
  • Transtorno de estresse pós-traumático
  • Prisão Prisional
  • Sexo: feminino
  • Idade: adolescência
  • Atraso mental
  • Autismo
  • Certos distúrbios metabólicos

Outros fatores de risco 

Fatores de risco: Ser mulher, ter entre 15 e 25 anos, morar em uma instituição ou centro, pessoas dependentes de álcool ou drogas.
Fatores precipitantes: intimidação, gravidez indesejada, doença física grave, divórcio de pais ou problemas familiares, abuso sexual, violência doméstica, luto, depressão, problemas econômicos ou de trabalho, ansiedade, problemas nas relações sociais, suicídio ou autoagressão alguém próximo (esse fator afeta mais os adolescentes), ansiedade, solidão. O álcool está presente em muitos dos períodos autoprejudiciais,  pois desinibe e encoraja o comportamento impulsivo, por isso é uma combinação ruim.
Fatores básicos da pessoa que estaria em risco: baixa auto-estima, imagem corporal distorcida ou distorcida, sentimentos de rejeição por parte dos outros ou ser diferente, ser uma pessoa isolada, baixas habilidades sociais, diferenças culturais ou raciais, má adaptação ao ambiente, alto neuroticismo (como traço de personalidade).
A automutilação é prejudicial, mas existem ainda fatores após a lesão que a pessoa não leva em conta no momento. Muitas vezes as feridas ficam infectadas e podem ser perigosas e até a pessoa pode ficar doente ou danificar funções ou áreas vitais do corpo.
Além disso, as cicatrizes serão visíveis por um tempo muito longo ou até podem se tornar permanente. Sendo assim, a pessoa que se automutila tem que usar roupas que cobrem os cortes e feridas. Vai ter que ficar se escondendo e com isso terá o agravamento das relações sociais. Pode-se ainda ter problemas no trabalho se descobrirem as cicatrizes. A vergonha de tirar a roupa depois de um tempo por causa das cicatrizes.

Sintomas da Automutilação 

Os sintomas da automutilação variam. Os sintomas mais comuns são:
  • Cortar a pele com objetos pontiagudos (o mais comum, geralmente cortam com gilette, faca…)
  • Limpando ou queimando sua pele
  • Coçar ou bater
  • Pique com agulhas
  • Batendo a cabeça
  • Apertando os olhos
  • Mordendo o dedo, os lábios ou o braço
  • Puxe seu cabelo
  • Pique a pele

Raramente, em casos muito graves, a automutilação pode incluir:

  • Ossos partidos
  • Amputação
  • Castração
  • Suicídio

Diagnóstico

A automutilação pode ser difícil de diagnosticar. Freqüentemente, as pessoas que se automutilam se sentem culpadas ou envergonhadas de seu comportamento e tentam escondê-lo. Um médico pode ser o primeiro a ver o dano físico causado pela automutilação. Para ser diagnosticado, os sintomas devem apresentar os seguintes critérios:
  • Preocupação com o dano fisicamente provocado
  • Impossibilidade de resistir a comportamentos autolesivos que resultam em lesões nos tecidos da pele
  • Aumento da tensão antes da auto-agressão e sensação de alívio após o ato
  • Não ter intenção suicida na automutilação
  • Para fazer um diagnóstico preciso, o psicólogo ou psiquiatra irá avaliar outras condições, como transtornos de personalidade ou de humor, e a presença de idéias suicidas ou não.

Tratamento da Automutilação

O tratamento geralmente é com médico psiquiatra e psicológico, e inclui a administração de medicamentos. Um médico avaliará se é necessária e de que tipo será a intervenção imediata para evitar mais danos por ingestão, lesão ou outros tipos de danos corporais.

Avaliação psicossocial

Pode avaliar a capacidade mental, níveis de angústia e doença mental de uma pessoa.

Tratamento Psicológico

O tratamento psicológico pode ser realizado individualmente ou em grupos. Geralmente, o tratamento destina-se a tratar a dificuldade emocional, o trauma ou o distúrbio subjacente. Também pode incluir terapia comportamental cognitiva. A terapia com psicólogo é de extrema importância para que haja entendimento de sua condição e do que gerou as autolesões.
Medicamentos
O tratamento poderá incluir:
  • Antidepressivos
  • Antipsicóticos
  • Reguladores de humor
  • Anticonvulsivantes

Prevenção

A melhor medida preventiva é buscar ajuda profissional o quanto antes, quando houver depressão, trauma, problemas emocionais ou outros distúrbios que possam levar à automutilação.

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  A s   gorduras localizadas   podem ser um verdadeiro incômodo para as mulheres. Não importa aonde elas estejam no corpo, o transtorno é se...